Mulher, Profissão e Filhos

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Vivemos em 2014, e já se foi a primeira década do século XXI e ainda encontramos no dia a dia uma cobrança que remonta a era vitoriana, a mulher deve ter filhos para legar ao mundo sua contribuição para a preservação da espécie, mas esta mulher do século XXI, também deseja contribuir com um trabalho que lhe traga outro tipo de realização que não seja somente a maternidade, ela deseja o reconhecimento do seu trabalho, de suas idéias, do seu conhecimento; mas ao mesmo tempo ela é cobrada sobre sua “obrigação” básica, procriar. Então nos encontramos numa estrada que tem dois caminhos e só podemos seguir um? Podemos escolher os dois ? Ou ainda virar as costas a estas escolhas e seguir por outra opção ?


A resposta a essas importantes questões é sim, a mulher do século XXI tem o direito de fazer a sua escolha e o mais importante,sem culpa; podemos escolher pela maternidade e vivenciar essa escolha em toda a sua plenitude, podemos escolher ter uma profissão e ser mãe e continuar no exercício da nossa profissão e ainda podemos escolher ser apenas profissional, e estas escolhas podem e devem ser vivenciadas em sua plenitude.

Ora se podemos ser apenas mãe, podemos ser apenas profissional e isso não deve nos gerar culpas ou inseguranças,
Tenho vistos mulheres profissionais capacitadas e produtivas que deixam suas profissões em suspenso para se dedicarem aos filhos integralmente e essa atitude é a certa porque esta opção a realiza, e tenho visto mulheres que optam por não terem filhos e esta é a atitude também é certa    e tenho visto ainda aquela mulher que opta pelos dois, carreira e filhos, e esta escolha também é certa,
O que não é certo é que opiniões de família e sociedade coloquem esta mulher em duvida por sua opção, esta escolha é pessoal quando muito deve ser avaliada pelo envolvidos nela, ou seja, a mulher e seu companheiro, esta opção é nossa e devemos ter em mente que no momento decisivo seremos nós que estaremos no controle dela e de suas responsabilidades e que esta escolha deve nos fazer feliz, nos tornar completas e não devemos permitir que esta escola seja tirada das nossas mão muitas vezes para cumprir a expectativa de terceiros,

Devemos ainda nos lembrar daquelas mulheres que optaram por um relacionamento homo afetivo e que elas têm os mesmo direitos a escolha por uma opção materno-profissional, e ainda devemos lembrar daquelas que não querem um relacionamento afetivo mas simplesmente desejam ser mães,

Numa época de tantas variáveis não existe o certo ou errado, existe apenas o direito de escolha daquilo que nos faz feliz e completas, sem culpas e sem cobranças,Porque certo é ser feliz!

Em tempo, eu sou Malu e minha opção foi ser terapeuta transpessoal, esposa, mãe de 3 filhos e muito feliz,




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6 comentários:

  1. Postagem interessante. Principalmente no que concerne sobre a culpa que a mulher sente. essa culpa foi ensinada pela igreja e perpetua até hoje com muita força. Creio que devemos, primeiro, quebrar essa relação com a culpa e problematizar as imposições sociais que nós mulheres sofremos.

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    1. Lilian, estou gostando muito dessa tag do blog. Ando aprendendo muito, e fico feliz em trazer postagens assim. Por décadas somos cobradas a sermos o que a sociedade acha que a mulher deve ser, esquecendo do que de fato queremos e optamos. É muito importante para mim suas opiniões, já que compartilhamos algumas ideias. bjs

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  2. Acho que isso é válido para tudo. Atitudes e opiniões, cada um tem a sua razão para agir como tal, se a faz feliz assim, então que seja. (Exceto os loucos...psicopatas). Acho que a mulher, o homem, devem poder fazer o que desejam, ser quem quiser, sem ser julgado por alguém, ninguém tem o direito de julgar.

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    1. Olá Mariana. Também acho que isso é válido para tudo. Mas convenhamos que a mulher sempre foi mais cobrada... Temos que ser boa mãe, boa esposa, boa profissional, e qdo fazemos o que queremos, penso que aí sim é que somos ótimas no que optamos.
      bjs

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  3. Concordo em gênero, número e grau.
    Fazes o que tu queres e será tudo da lei!
    Uma mulher pode ser o que ela quiser, desde que isso não venha a causar danos ao próximo, no caso não só as mulheres como qualquer um!
    Gostei da postagem, beijos
    ♫ Conversas de Alcova ♫

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    1. Oi Kris. Creio que não causar dano ao próximo se aplica a todos e a tudo. Sou da filosofia de fazer o bem sem olhar a quem. Há décadas somos cobradas pela sociedade, e se esquecem que a mulher e uma pessoa e tem seus 'querer'. Sempre temos que ficar provando que somos boas no que fazemos, mesmo que a mulher não esteja feliz com o que faz...... Saudades de ter você por aqui. bjs

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