Programa de domingo

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Gente eu estou tão ansiosa para falar desse filme que resolvi soltar o post mais cedo.

 Eu prometi a mim mesma que não iria mais dar dica de lançamentos, mas eu ainda não tinha assistido Cidades de Papel quando pensei nisso. 

Vamos lá, por que hoje o Programa de Domingo está mais pessoal do que jamais esteve.


Embora seja difícil a adaptação de filme que mude as cenas que eu goste, Cidades de Papel arrebentou meu coração. Assisti ao filme na semana passada, mas ao lembrar das cenas para escrever aqui minha garganta aperta e eu fico toda emocionada.

Sei que muitas pessoas acham o livro de Cidades de Papel horrível e amam o tal do Quem é você, Alasca? Sinceramente, eu detesto esse último.

Ao assistir Cidades de Papel pude me lembrar por que gostei tanto do livro. Quando eu o li estava num outro momento, agora minha visão pela história mudou, e eu chorei como uma criança berrona.


Quem conhece o John Green sabe que ele é o autor de Cidades de Papel e A Culpa é das Estrelas. Quem assistiu ou leu o último sabe que é uma história é muito emocionante, mas cá pra nós, eu chorei mais com Cidades de Papel, que para pessoas normais parece até mesmo um pouco idiota, já sei que mais da metade da população do mundo odeia o final, mas eu amoooooooo!

Vou contar então por que chorei tanto. No meu twitter cheguei a comentar que a sensação era que eu estava morrendo, pois minha vida inteira estava passando na frente dos meus olhos como num filme. Na verdade era só Cidades de Papel. O que quero dizer é que eu entendo e defendo a história do Quentin por que ele me lembra a mim mesma. O fato de ser solitária, de nunca ter um amor recíproco, de saber exatamente o que quer da vida e ver seus amigos com pares enquanto você é só o amigão.


Depois desse desabafo, espero que vocês me entendam. Ou não. O que mais gostei do filme (além da parte que parece a minha vida) foi que eu senti que o John pode com o roteiro do filme acertar coisas que talvez ficaram meio no ar no livro. Por isso que as mudanças na ordem cronológica da história não me incomodou muito. Para mim o livro não é melhor do que o filme, e o filme não é melhor que o livro. Ambos tem a mesma carga de emoção, e embora alguns acontecimentos mudem, temos dois caminhos para seguir, escolha o que você achar melhor. Ou faça como eu, não escolha, ame os dois.
Não preciso falar dos atores que são hilários e (para mim, pelo menos) idênticos aos do livro. Preciso falar se eu aprovei e recomendo esse filme? Acho que vocês já sabem a resposta.

Então é isso, corram para o cinema agora e assistam Cidades de Papel, você merece assistir esse filme. Ele é super descontraído. Me desculpem pelo desabafo, mas eu estava tão ansiosa para fazer propaganda desse filme.

Deixa aí embaixo seu comentário, se você, ao contrário de mim, não gostou, se nem vai assistir. Ou se é claro que vai. 

O próximo Programa de domingo será bastante dançante, se preparem!!!


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4 comentários:

  1. Ohnnn, resenhamos esse lá no Faces Tb!!!
    Lindo não??

    www.facesdeumacapa.com.br

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    1. para mim ele é completamente especial!!!

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  2. Quero assistir esse sim, mas quero ler o livro antes.
    Ótima crítica!
    SUA ESTANTE
    Gatita&Cia.

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    1. o livro é bom, mas não é necessário ler antes, apenas se você tem essa mania chata, tipo eu, de não conseguir assistir o filme antes de ler o livro, daí tudo bem haha.

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